sábado, 17 de maio de 2014

O QUE TEM A VER CHICO XAVIER E O FUTEBOL?



Muitos comentaram  e eu também fiquei na dúvida a Logomarca da Copa da Fifa  Não parece um homem de cabelos partidos com a mão no rosto? Sabemos que esta imagem ficou eternizada no Brasil  na pessoa do líder espírita Chico Xavier.

Alias a Logomarca já nasceu polêmico. Lançado oficialmente em evento realizado na África do Sul em 8 de julho 2010  o desenho levantou dúvidas em relação às suas referências e aos critérios de escolha, e virou piada nas redes sociais.
A escolha coube a uma equipe formada por Ivete Sangalo, Gisele Bündchen, Paulo Coelho, e já falecido Oscar Niemeyer, além do ex presidente da CBF Ricardo Teixeira e do Comitê Organizador Local da Copa e o secretário da Fifa, Jérome Valcke.
Curiosamente No início de junho de 2010, a vida do Chico Xavier, foi mostrada no cinema, por conta das comemorações do centenário de seu nascimento.  E Segundo consta a logomarca  foi feito por uma agencia francesa. E do conhecimento de todos que o Espiritismo  se desenvolveu na França por influência da Alan Kardec, apesar de hoje  é praticamente inexistente por lá. Por outro lado o Brasil é a maior nação espírita do Mundo.
Faltando 27 dias  para Copa levanto a polemica:
Sera que ha  mensagem Oculta?
E se ha, mais uma vez levanto a questão, o que tem a ver Chico Xavier e o Futebol?



sexta-feira, 16 de maio de 2014

CURIOSIDADES NA ÉPOCA DE JESUS

O Mundo  no tempo de Jesus

A GEOGRAFIA

Império
A Galileia, onde Jesus nasceu, integrava o Império Romano, que abrangia todo o entorno do Mediterrâneo, incluindo partes da Europa, da África e da Ásia, somando 50 milhões de habitantes.

Principais cidades
Roma 1 milhão de habitantes
Alexandria 700 mil
Antióquia 300mil

Augusto era o imperador quando Jesus nasceu. Ele foi sucedido por Tibério. É a efígie deste governante que Jesus observa em uma moeda, em uma passagem do Novo Testamento:


 De quem é esta imagem e inscrição? Responderam-lhe: De César. Então, respondendo Jesus, disse-lhes: Dai, pois, o que é de César a César, e o que é de Deus, a Deus".


A Judeia foi conquistada pelos romanos em 63 a.C e virou um reino semi-autônomo. Quando o rei Herodes morreu, o território foi dividido entre seus três filhos: Felipe, Arquelau  e Herodes Antipas. Arquelau revelou-se tão brutal que foi deposto. Seu reino foi convertido em província, sob os cuidados de um governador romano. Na época de Jesus, esse governador era Pôncio Pilatos.


Jerusalém _ Principal cidade da Judeia, com 25 mil habitantes, recebia 100 mil peregrinos para festas como a Páscoa. Sua importância devia-se ao Templo, uma colossal construção que ocupava um quinto da cidade e era o centro do judaísmo. Jesus foi levado ali oito dias depois de nascer, para que seus pais fizessem a oferenda obrigatória de um casal de pombos.

A Galileia
Jesus nasceu nos confins do império, na Galileia, um reino de 200 mil habitantes. Por estarem fora da Judeia, galileus como Jesus eram tidos pelos outros judeus como  caipiras. A Galileia não era árida e rochosa como outras terras da região. Ali havia muita chuva e se produziam cereais, azeite de oliva, vinho e frutas.

Nazaré _ O Novo Testamento relata a pergunta feita por um homem chamado Natanael quando lhe contaram de que povoado vinha Jesus: "Pode algo bom sair de Nazaré?". Nazaré era pouco mais do que uma aldeia, segundo algumas fontes com não mais de 20 casas, a 115 quilômetros de Jerusalém.

AS LÍNGUAS DE JESUS

Três idiomas eram amplamente usados na Palestina, conforme o contexto:
Aramaico _  Língua que se aprendia na primeira infância e se usava no dia-a-dia e em família. A estrutura das frases e o vocabulário de Jesus indicam que ele pregava nesse idioma.
Hebraico _ Idioma litúrgico judaico, que as crianças aprendiam na escola da sinagoga,  Jesus sabia hebraico.
Grego _ O Império Romano tinha dois idiomas, latim e grego. A oriente, o grego era a língua franca, com papel semelhante ao que o inglês tem hoje, sendo usado em documentos e contratos legais. Permitia falar com gente de todas as regiões. Os pais queriam que seus filhos o aprendessem, para subir na vida. Essa foi provavelmente a língua que Jesus usou ao falar com Pilatos.

ECONOMIA

A maior parte das pessoas tirava o sustento da agricultura. As famílias costumavam viver em povoados e cultivar um pedaço de terra nas redondezas. As propriedades da Galileia tinham em média sete hectares. Plantava-se grãos, oliveiras e legumes. Vinhedos eram comuns. As árvores frutíferas tinham de ser vigiadas, por causa de ladrões.

Outros ofícios
_ Pastoreio _ Quase sempre de animais menores, como ovelhas e cabras. Gado bovino era raro. Algumas famílias criavam galinhas ou pombos, usados em sacrifícios



_ Pesca _ Existia uma importante indústria pesqueira na Galileia. Essa é a razão para haver pescadores entre os discípulos de Jesus
_ Apicultura _ Havia criadores de abelhas, para produção de mel
_ Ofícios manuais _ Eram transmitidos de pai para filho. Existiam ferreiros, tecelões, marceneiros, pedreiros e curtidores

As classe sociais
Classe alta: formada pela nobreza sacerdotal e por altos funcionários, latifundiários e grandes comerciantes
Classe média: incluía pequenos proprietários rurais, artesãos e comerciantes
Classe inferior: eram os escravos e os jornaleiros, que trabalhavam na terra dos outros


Jesus era pobre?
A situação econômica de Jesus era confortável. Apesar de não fazer parte dos 2% de aristocratas, também não estava entre os 80% que viviam na pobreza. José, seu pai, era um "carpinteiro", mas que pode ser entendida como "empreiteiro". Acredita-se que ele construía edifícios. Pesquisadores entendem que Jesus exerceu o ofício. Em uma passagem de Lucas, ele demonstra seus conhecimentos:


VIDA NAS CIDADES

As cidades da Galileia e da Judeia que Jesus percorreu eram locais insalubres, barulhentos e perigosos. Como muralhas cercavam essas povoações, o espaço era restrito. Quase não havia praças, quintais ou árvores. Todo terreno costumava ser ocupado por construções, que compartilhavam paredes. As portas abriam direto na rua. A violência era epidêmica, e não existia polícia. Logo, ninguém se arriscava na rua depois do anoitecer.

Higiene
A imundície era generalizada, porque lixo e dejetos eram despejados na rua. Havia latrinas públicas em algumas cidades, mas elas eram evitadas pelas condições repulsivas. Os moradores tinham penicos _ que despejavam pela janela, não raro sobre a cabeça de alguém.

Casas
Ricos viviam em mansões com água corrente. Havia prédios de apartamentos na Judeia, mas as pessoas mais pobres moravam em casas pequenas, de um ou dois aposentos. Em uma passagem de Mateus, Jesus dá a entender que uma única lamparina a óleo era suficiente para iluminar um lar. O teto das residências era achatado, porque quase não chovia. Como faltava espaço nas ruas, os judeus usavam a laje para tomar sol ou ar fresco. Nas noites quentes, dormiam no telhado.

COSTUMES
Divisão do dia
Não havia relógios nem medição precisa do tempo _ as pessoas sequer sabiam direito sua idade. O dia começava com o raiar do sol. A manhã era destinada ao trabalho. Depois do almoço, mais ou menos entre as 13h e as 16h, vinha o momento de relaxar: era comum dormir ou ir ao banho público. Quando o sol se punha, todos estavam em casa, porque as ruas eram perigosas.

Roupas

As roupas da Palestina no tempo de Jesus seguiam a moda do mundo greco-romano:

Túnica _ Roupa casual, feita de linho ou algodão, era colocada pelo pescoço e tinha mangas. Existiam modelos diferentes para homens e mulheres. As peças coloridas eram mais difundidas entre as mulheres.

Manto _ Enrolado no corpo, por cima da túnica, em ocasiões formais ou nos dias frios. Incômodo, era removido para atividades físicas. Por ser caro, era alvo de ladrões. Só os abastados possuíam mais de um.

Roupa de baixo _ Os homens às vezes usavam uma espécie de tanga, feita de algodão ou lã. No trabalho sob o sol quente, essa podia ser a única vestimenta. As mulheres vestiam uma peça desse tipo quando menstruadas.

Cinto _ Um cinto era colocado ao redor da túnica, permitindo baixar ou elevar a altura do traje conforme a necessidade.

Beleza

Perfumes, pentes, espelhos, cosméticos e depilações eram comuns no mundo em que Jesus viveu:
Cosméticos _ Eram amplamente usados pelas mulheres, Na Palestina, a maquiagem ao redor dos olhos e do nariz prevenia o ressecamento provocado pelo clima árido.
Cabelos _ De forma geral, os homens usavam cabelo curto. Entre os judeus, no entanto, podiam ser mais longos, acompanhados de barba. As mulheres mantinham o cabelo comprido, arranjado em penteados elaborados, envolvendo coques, tranças e enfeites, conforme a moda do momento.
Salões de beleza _ Havia barbeiros e cabeleireiros, que também prestavam serviços de manicure e pedicure.

Casamento
Função _ O casamento era a condição natural para homens e mulheres. Um adulto solteiro era tão raro quanto um homem com várias esposas. Não se tratava de uma união romântica, mas de um acerto entre famílias. Na época de Jesus, era normal haver o consentimento da noiva.
Idade _ As mulheres casavam logo após a puberdade, raramente após os 15 anos.
Os homens contraíam matrimônio mais tarde, mas antes dos 25 anos.
Viuvez _  Por causa da diferença de idade entre os noivos, havia muitas viúvas jovens. Como as escrituras não fazem menção a José depois dos 12 anos de Jesus, presume-se que ele já estava morto.
Educação

A escola ficava na sinagoga e era só para meninos. Eles aprendiam a ler, escrever e fazer contas. Também recebiam algumas noções de geografia.

Prostituição

No Império Romano, a prostituição era disseminada. Chegava a ser exercida em cabines portáteis instaladas nas ruas. As várias menções a meretrizes no Novo Testamento . Não havia preocupação com doenças sexualmente transmissíveis: sífilis e gonorreia não eram conhecidas.

Morte

A mortalidade infantil era elevada. Metade das crianças não chegava á idade adulta. As mulheres morriam frequentemente no parto ou depois dele, por falta de higiene. Também morria-se muito por acidente, epidemias e falta de assistência médica.



CULTURA GREGA

A Judeia e a Galileia eram regiões periféricas, mas não estavam intocadas pela influência estrangeira. A cultura greco-romana influenciava todas as esferas da vida, cumprindo papel similar ao da norte-americana hoje. Judeus devotos davam nomes helênicos aos seus filhos, por exemplo. A cultura grega era tão forte que alguns judeus se submetiam a uma arriscada e dolorosa cirurgia de reversão da circuncisão. Assim, podiam tirar a roupa sem constrangimento nos banhos públicos.


FONTES CONSULTADAS: Pelos Caminhos de Jesus, de Peter Walker; Tiago, Irmão de Jesus, de Pierre-Antoine Bernheim; A Palestina no Tempo de Jesus, de Christine Saulnier e Bernard Rolland; Assim viviam os contemporâneos de Jesus, de Michael Tilly; Jesus, Um Retrato do Homem, de A.N. Wilsos; Eu Encontrei Jesus, de José Hildebrando Dacanal.

sábado, 10 de maio de 2014

PREGADORES IRADOS NO PULPITOS DAS IGREJAS


Púlpito não é lugar de manipulação, não é lugar de resolver ou reclamar crises pessoais, não é lugar de mandar "recado" ou indiretas, púlpito é o lugar consagrado e ungido para pregar o que Deus quer que seja pregado! É lugar de Deus falar! É lugar de Deus bradar!!
Jesus nos ensinou a amar. A orar por quem nos faz mal. A abençoar quem nos amaldiçoa. A fazer o bem aos nossos inimigos. Jesus nunca ensinou a ofender pessoas
O acontecido seria irrelevante se não tivesse acontecido dentro da casa do Pastor Marco Feliciano, ou seja, no Congresso dos gideões Missionários 2014.

O Neto do Pastor presidente da Convenção Madureira  Manoel Ferreira Netto foi um dos preletores, e no seu dia  desabafou e disparou ataques contra muitos pregadores do gideões. O seu principal alvo foi o pastor e deputado Marco Feliciano porque o mesmo deu uma entrevista a uma revista pornográfica  e sobrou até indiretas para o pastor presidente dos gideões Cesino Bernadino.
O pastor Manoel errou e errou feio, talvez, pior do que o próprio pastor Marco Feliciano, pois, púlpito não é lugar para desabafo e ataques pessoais.
Ataques como esse não acrescentam nada ao reino de DEUS, bem como dar entrevista para revista pornográfica também não. Os pregadores da atualidade tem que entender que o evangelho de nosso Senhor JESUS Cristo está acima das suas questões pessoais e devem saber que, quando subirem ao altar para ministrar devem "PREGAR A PALAVRA" 2 Timóteo 4:2.
A resposta para o Pastor Neto foi dada pelo pastor Reuel Bernandino ( ouca aqui no Blog o audio podscat).no penultimo dia do Congresso.,

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A História de uma das mais importantes revoluções da moda masculina chamada Terno


Terno e a  peça essencial em qualquer guarda-roupa masculino, Sobreviveu indas e vindas da moda,. Além de um conjunto de roupas, trata-se de um vestuário que serve de armadura,  por mais que sejam odiados por uns, quem o veste sente autoridade e confiança. Possui milhões de modelos, cortes, modelagens, tecidos, cores .
A Historia revela que Antes do século XIX, os trajes masculinos eram bem diferentes principalmente pela ornamentação. Hoje o terno é composto de calça, paletó e colete, recebendo a adição de camisa e gravata.
O terno cumpriu tão bem o seu papel que é considerado por muitos uma revolução na moda masculina.
Ja o termo gravata deriva do francês "cravate", que por sua vez é uma referência aos croatas, que primeiro apresentaram a indumentária à sociedade francesa.

Imaginava-se que os romanos foram os primeiros no uso da gravata, acredita-se que este acessório tenha sido utilizado pelos oradores romanos com o objetivo de aquecer suas gargantas.
Esses acontecimentos encontram-se no livro francês “La Grande Histoire de la Cravate” (Flamarion, Paris, 1994), conforme a seguinte passagem:

“Por volta do ano 1635, cerca de seis mil soldados e cavaleiros vieram a Paris para dar suporte ao rei Luis XIV e o Cardeal Richelieu. Entre eles, estava um grande número de mercenários croatas. O traje tradicional destes soldados despertou interesse por causa dos cachecóis incomuns e pitorescos enlaçados em seu pescoço. Os cachecóis eram feitos de vários tecidos, variando de material grosseiro para soldados comuns a seda e algodão para oficiais”. Os franceses, logo se encantaram com esse adereço elegante e desconhecido, que chamaram de cravat, que significa croata. O próprio rei Luis XIV ordenou que seu alfaiate particular criasse uma peça semelhante ao dos croatas e que a incorporasse aos trajes reais.
O uso de terno e gravata é ferramenta de vestimenta de executivos, políticos, Juízes, Delegados, Desembargador,evangélicos  etc.., pois é uma roupa de condição social , em repartições publicas quando alguém entra com o terno, geralmente muitos  imaginam esta pessoa com condição de status, e na sua mente pode logo vir que se trata de alguém de destaque.
Ja na periferia das Grandes e pequenas Cidades ficou vidente que o uso dos ternos ficou a cargo dos crentes e ainda com o  reforço da bíblia sagrada, mas veja que o uso destes acessórios de vestimenta que indica ser um servo de Deus, foi um meio que muitos traficantes tentaram enganar a policia na saída do morro do alemão mas foram presos. sabemos que os homens ficam muito bem trajado de terno e gravata, sabemos que cada igrejas tem seus costumes, mas e bom que se saiba que o terno e a gravata não são sinônimos de santidade, e sim vaidade humana.

Temos vistos e ouvido muitas coisas em  igrejas por esse Brasil a fora,de homens que usam paletó e gravata e sao negligentes. Nosso desejo e que  Ministros do Evangelho, Lideres, obreiros e crentes  continue usando terno e gravata mais investa na verdadeira roupa do crente que e a roupa da alma que são feitos com a Palavra de Deus em nosso coração, que transforma o velho homem cheio de vícios, mentiras, trapaças, soberbos,zombadores em um novo homem que tem o fruto do espírito em sua vida, que quando deparar com situações que venha forçar manifestar o velho homem, manifesta o brilho de Cristo com caráter moldado, onde todos os frutos do espírito estão presente nesta vida.






domingo, 4 de maio de 2014